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«A água corre da montanha e busca a horizontalidade da terra. Cintilações líquidas que tornam a pedra fluída e apelam às mobilidades do corpo. Espaço mandálico onde a água busca o centro. Cosmos da unidade do corpo e do universo». Nas suas Notas para um Diário, é assim que Alberto Carneiro define a obra instalada na Praça Camilo Castelo Branco e que abre caminho para o Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso (MIECST).
Este museu nasce após a realização de simpósios de escultura com temáticas ligadas à arte contemporânea e, especificamente, à escultura pública. Foi formalmente inaugurado em 1997. A sua estrutura orgânica, para além do pessoal afeto, conta com assessoria de dois comissários, designadamente o comissário artístico nacional, o escultor Alberto Carneiro e o comissário artístico internacional, Gérard Xuriguera, professor e crítico de arte.
Desde 1991, a cidade de Santo Tirso tem acolhido, neste âmbito, artistas de todo o mundo. Os simpósios decorrem por um período de tempo variável, durante o qual os escultores executam as obras e procedem à sua instalação nos espaços públicos do município. Atualmente, há mais de 40 esculturas distribuídas por cinco núcleos principais: Parque D. Maria II e jardins adjacentes; Praça 25 de Abril; Parque dos Carvalhais; Praça Camilo Castelo Branco e Parque Urbano da Rabada.
O MIECST pretende ser um espaço de diálogo e confronto de várias correntes artísticas, de divulgação da arte contemporânea e de debate do papel da arte pública.

museus@cm-stirso.pt • http://miec.cm-stirso.pt • Gps 41.341111 , -8.473611
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